Fanfics sobre Xena a Princesa Guerreira

    Capítulos

    • 4 – História

      4 – História Capa
      por Dietrich No dia seguinte, foi Xena que serviu o desjejum do rei. Gabrielle permaneceu ajoelhada aos pés do homem, olhando para o chão. A loira sentiu os dedos dele começarem a acariciar seus cabelos. - Quer trocar de lugar com ela, Ariadne? Gabrielle cerrou os dentes. Não ergueu os olhos. - O que mais lhe aprazer, meu senhor – respondeu a morena. - E pensar que um dia você me odiou – disse o rei. - Era uma tola, meu senhor. - Muito melhor estar aqui, protegida e bem alimentada, do que…
    • 3 – Dança comigo

      3 – Dança comigo Capa
      por Dietrich Gabrielle servia o desjejum de Cortese quando Xena entrou apressada no quarto do rei e jogou-se aos seus pés, tremendo. - Perdão, meu senhor, eu… - Shhhh, calma – disse Cortese – Aletheia acordou cedo e me convenceu a deixar você dormir mais um pouco hoje. Pelo que ela me contou, você trabalhou bastante ontem. A morena olhou rapidamente para a loira, que parecia concentrada na atividade de alimentar o rei. Mas, Xena percebeu em algo indefinível na expressão da mulher mais jovem que ela…
    • 2 – Nome

      2 – Nome Capa
      por Dietrich DEZ ANOS DEPOIS.   O salão do castelo estava tumultuado. As pessoas gargalhavam e comiam, a festa corria com animação. O rei estava em seu trono e conversava animadamente com um lorde, enquanto corria os dedos pelos longos cabelos negros da mulher sentada na almofada aos seus pés. Ela tinha a cabeça recostada no joelho de seu amo, e parecia satisfeita com seu toque. - Ariadne – disse o rei – encha minha taça, sim? E tome uns bons goles, se quiser. - Sim, meu senhor – a mulher…
    • 1 – Faz de conta

      1 – Faz de conta Capa
      por Dietrich O entroncado homem de olhos estranhos abriu a porta da gaiola de madeira e puxou a pequena menina loira. A garota caiu no chão e o homem, puxando-a pelos cabelos, a ergueu abruptamente, ao que a menina soltou um guincho de dor. O homem a empurrou brutalmente, e a menina fez tudo que podia para não tropeçar nos próprios pés e andar na direção que o homem lhe empurrava. Entraram em uma grande tenda, pelo que a menina percebia, era a maior do acampamento. - Essa serve, Cortese? - perguntou o…
    • 6 – Não precisa ter medo

      6 – Não precisa ter medo Capa
      por Dietrich Não demorou para estarem nuas na cama. A parte de Xena que pensava no navio que tinha para pegar, que lhe dizia que era melhor se afastar da barda o mais rápido que pudesse, antes que… Antes que o que? Sugou a pele logo abaixo da orelha, sua mão subia e descia pelo torso da loira, a pele macia parecia eletrificar sob seus dedos. Ela percebeu que precisava tocar aquela mulher, era uma necessidade tão vital quanto respirar. Chupou o pescoço e o colo, seus dedos se entrelaçaram com os da…
    • 5 – Me transformaram em água, e eu inundei

      5 – Me transformaram em água, e eu inundei Capa
      por Dietrich Era madrugada quando a barda abriu os olhos sobressaltada. Viu a guerreira que dormia ao seu lado, mas sabia que havia mais alguém ali. Sentou-se no cobertor, cobrindo o torso e quase gritou quando viu Afrodite sentada ao seu lado. - Você não me chamou, mas eu vim – disse a deusa, olhando-a com um misto de tristeza e divertimento. - Eu... – a barda estava muito constrangida que a deusa a visse em situação tão íntima – desculpe, Afrodite. Não tinha ideia que viria. Estou muito feliz em…
    • 4 – Um longo fio de cabelo

      4 – Um longo fio de cabelo Capa
      por Dietrich - Agora é sua vez – disse Xena. - De que? - De me falar sobre quem amou. A barda puxou a mão da guerreira, segurando-a com as duas mãos acima de seu peito. Começou a mexer nos dedos da morena. Era calosa e áspera, marcada de cicatrizes, retrato vivo de uma vida de violência. Era linda aos seus olhos. Gabrielle sentiu que aquelas mãos mereciam uma poesia. - Gabrielle? - Sim? - Fiz uma pergunta. - Desculpe, me distraí. Eu nunca amei ninguém. - Está viajando sozinha por aí…
    • 3 – A imensidão pontilhada de branco

      3 – A imensidão pontilhada de branco Capa
      por Dietrich - Gabrielle, obrigada pela refeição. Agora, tenho que ir. - Puxa, como está apressada! A guerreira deu um sorriso. A verdade é que não estava apressada. Apesar de no começo ter ficado incomodada com o ambiente barulhento e de ter aceitado o convite da mulher simplesmente para não desagradá-la, acabara gostando de passar aquele começo de noite na companhia da gesticulante loirinha. - E o que você sugere então? - perguntou Xena. - Tem todo tipo de festa acontecendo em Atenas hoje. Tem…
    • 2 – A maior força de todas

      2 – A maior força de todas Capa
      por Dietrich Xena entrou, hesitante, na taverna. Estava bastante movimentada, aliás, a cidade toda fervia de pessoas. Meio arrependida, buscou com os olhos a figura da barda. A localizou no balcão, conversando animadamente com um jovem atendente. Observou por alguns minutos antes de se aproximar, e percebeu pela postura do rapaz que ele estava fazendo de tudo para chamar a atenção da loira. Ouvia com atenção o tagarelar infindável de Gabrielle, inclinado na direção dela, os olhos brilhando e concordando com…
    • 1 – Mais perto do que parece

      1 – Mais perto do que parece Capa
      por Dietrich A barda entrou silenciosamente no grande templo de pedra, carregando um buquê de flores diversas junto ao seu peito. Aproximou-se do altar e ajoelhou-se diante do espaço das oferendas, depositando o arranjo com cuidado ao lado das demais. Fechou os olhos e começou a recitar em sua mente o poema religioso que tinha composto em homenagem à deusa. És dos homens e mulheres a maior força A mais bela e mais cruel das imortais De teu suspiro nascem as grandes guerras E também as dádivas mais…
    Nota